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Maysa Leão defende obras emergenciais no CRAS Praeiro

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As condições estruturais do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro Praeiro, em Cuiabá, motivaram um novo alerta da vereadora Maysa Leão (Republicanos) durante a sessão desta terça-feira (30). Após vistoria realizada, a parlamentar apresentou imagens da unidade e defendeu a adoção imediata de medidas emergenciais para garantir dignidade aos servidores e às famílias atendidas.

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Segundo Maysa, o prédio apresenta problemas graves, como telhado comprometido, instalações elétricas deterioradas, banheiros sem condições de uso, cozinha sem estrutura adequada e falta de ventilação. Para a vereadora, a situação compromete tanto o ambiente de trabalho quanto a qualidade do atendimento prestado à população em situação de vulnerabilidade social.

“Quando olhamos para esse CRAS, a sensação é de que a unidade nem está em funcionamento. Não estamos falando de luxo, mas do mínimo necessário para que servidores possam trabalhar e a população ser atendida com dignidade”, afirmou.

A parlamentar ressaltou que compreende a necessidade de planejamento para grandes reformas, mas defendeu que intervenções emergenciais não sejam adiadas. “Se ainda não existe um cronograma para uma reforma completa, que sejam feitos os reparos mais urgentes. É preciso garantir segurança, condições adequadas para armazenar alimentos, banheiros utilizáveis e um ambiente minimamente digno para quem trabalha e para quem busca atendimento”, pontuou.

Ao finalizar, Maysa reforçou que o CRAS atende justamente quem mais precisa da presença do poder público. “Ninguém procura um CRAS sem necessidade. São pessoas que dependem desse serviço e merecem respeito. O mínimo de dignidade não pode esperar”, finalizou.

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Prefeito é alvo de operação do MPE; secretário de Obras é afastado

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O prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes de Oliveira (União Brasil), e o secretário municipal de Obras, Rubens Anunciação Júnior, foram alvos da segunda fase da Operação Gomorra, deflagrada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) na manhã desta quarta-feira (1º).

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A investigação apura suspeitas de fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados pela administração municipal.

Durante a operação, o prefeito foi alvo de mandado de busca e apreensão. Já o secretário de Obras foi afastado do cargo por determinação judicial, assim como outros três servidores públicos. Os nomes dos demais afastados não foram divulgados.

Ao todo, foram cumpridas 10 medidas cautelares, incluindo mandados de busca e apreensão, quebras de sigilos telemático e fiscal, afastamento de agentes públicos e indisponibilidade de bens dos investigados, entre servidores e particulares.

Além de Campo Verde, a operação também cumpriu mandados em Cuiabá, em residências e empresas ligadas aos investigados.

A ofensiva foi coordenada pelo Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Segundo o Ministério Público, as medidas foram autorizadas pela Justiça para aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a possível participação de agentes públicos e particulares em irregularidades envolvendo contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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