Saúde
Vacinação contra vírus sincicial imuniza cerca de 600 gestantes em SP
Saúde
No primeiro dia de vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) na capital paulista, nesse sábado (6), foram imunizadas 624 gestantes, informou a prefeitura.

O ciclo de imunização a partir das 28 semanas de gestação tem como principais alvos os bebês, que recebem os anticorpos diretamente das mães, e previne infecções graves causadas pelo VSR em bebês menores de 6 meses de idade.
A implementação dessa vacina é muito importante para a saúde dos bebês menores de 6 meses. Vacinar a gestante garante a proteção dos recém-nascidos nos primeiros meses de vida, quando são mais vulneráveis e podem desenvolver formas graves da doença”, destacou, em nota, a coordenadora de Vigilância em Saúde, Mariana Araújo.
O VSR é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos, conforme dados do Ministério da Saúde.
A partir desta segunda-feira (8), a imunização ocorrerá em todas as unidades básicas de Saúde (UBSs), das 7h às 19h. A disponibilidade da vacina pode ser consultada pela plataforma De Olho na Fila.
Para se vacinar, a gestante precisa estar com documento de identificação e comprovante de 28 semanas de gestação, emitidos durante o acompanhamento pré-natal.
Saúde
Denúncia de venda irregular de medicamento durante entrega de unidade de saúde expõe falhas na gestão municipal
A entrega da Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Pedregal, que deveria marcar um avanço na atenção básica, acabou sendo ofuscada por uma denúncia grave envolvendo a conduta de uma profissional da saúde. Durante o evento, um paciente relatou que uma médica teria tentado vender de forma irregular o medicamento Mounjaro.
A denúncia, feita em meio à solenidade, gerou constrangimento e levantou questionamentos sobre a fiscalização e o controle dos serviços prestados na rede pública municipal.
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O prefeito Abílio Brunini (PL) afirmou que irá acompanhar o paciente até a delegacia para registrar um boletim de ocorrência. Apesar da resposta imediata, a situação evidencia possíveis falhas na gestão da saúde, especialmente no acompanhamento e na supervisão dos profissionais que atuam nas unidades públicas.