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OPERAÇÃO RAGNAROK

Polícia Civil cumpre 104 mandados contra facção criminosa envolvida com tráfico e lavagem de dinheiro em Lucas do Rio Verde

Publicado em

Polícia

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta sexta-feira (3.7), a Operação Ragnarok para cumprir 104 ordens judiciais contra uma facção criminosa voltada aos crimes de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro em Lucas do Rio Verde e região.

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Na operação, são cumpridos 55 mandados de prisão preventiva, 34 de busca e apreensão e 15 bloqueios de contas bancárias relacionadas aos investigados, no limite de mais de R$ 10 milhões. As ordens judiciais foram decretadas pela 5ª Vara Criminal de Sinop.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde ao longo de aproximadamente 11 meses, identificando integrantes de uma facção criminosa envolvidos com o comércio de entorpecentes e crimes correlatos.

O trabalho investigativo iniciou após a prisão em flagrante de dois criminosos por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo nos meses de julho e agosto de 2025.

Com o avanço das investigações, foi possível identificar uma rede criminosa estruturada, com o envolvimento de mais de 50 pessoas nos crimes de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro, que movimentou mais de R$ 10 milhões no período investigado.

Lavagem de dinheiro

As investigações identificaram que, entre seus integrantes, quatro mulheres eram responsáveis pela movimentação financeira da facção criminosa, atuando no repasse do dinheiro da venda de entorpecentes e de taxas para o comércio de drogas.

Os valores eram repassados para outros investigados, sendo também destinados para uma conta jurídica, posteriormente identificada como uma empresa de fachada para lavagem de dinheiro. Os investigados que recebiam os valores ilícitos simulavam diversas transações financeiras para pulverizar o dinheiro em diversas contas, movimentando quantias milionárias, mesmo sem nenhuma renda declarada.

Com base nos elementos apurados, a delegada da Derf, Paula de Fátima Moreira Barbosa, representou pela expedição dos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão e bloqueio de contas bancárias, com foco na prisão dos integrantes e na desarticulação do núcleo financeiro da facção criminosa.

“Esses investigados eram orientados a repassar o dinheiro ilícito e dissimular os valores para diversas contas, até chegar ao gerente da facção criminosa que está no Rio de Janeiro”, explicou a delegada Paula Barbosa.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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Polícia

Polícia Civil prende homem que vinha furtando entregadores em shopping de Cuiabá

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, na tarde desta terça-feira (14.7), um homem, de 45 anos, suspeito de furtar reiteradamente pertences de entregadores de aplicativo no estacionamento de um shopping localizado na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá.

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Segundo apurado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, a equipe de segurança do shopping já monitorava a movimentação do suspeito havia algum tempo, em razão de sucessivas ocorrências de furto de bags e capacetes registradas no local, ao menos seis casos com o mesmo modus operandi.

Por volta das 14h30 dessa terça-feira (14), o investigado entrou na área destinada aos entregadores, aproximou-se das motocicletas e conversou com alguns profissionais que ali estavam.

Assim que ficou sozinho, ele subtraiu a bag de um entregador e tentou deixar o estacionamento na garupa de uma motocicleta, ocasião em que foi abordado pela equipe de segurança do estabelecimento, que acionou a Polícia Civil.

Diante dos indícios de ter cometido vários furtos contra entregadores no shopping, a autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva, medida necessária para resguardar a ordem pública e interromper a atuação do suspeito.

A Polícia Civil orienta que entregadores de aplicativo evitem deixar seus pertences sem vigilância, mesmo em locais com sistema de monitoramento, e que comuniquem imediatamente qualquer abordagem suspeita à segurança do local ou à Polícia.

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