CENÁRIO ELEITORAL
Após errar eleição de 2024 em Cuiabá, pesquisa volta a colocar Botelho entre favoritos
Cuiabá
Pesquisa em nível estadual, contratada pela TV Cuiabá, canal 11.1, apontou 35 nomes melhores posicionados em eventual disputa à Assembleia Legislativa nestas eleições gerais. O levantamento ouviu 1.200 pessoas de forma presencial entre os dias 30 de abril e 3 de maio.
A sondagem apontou quádruplo empate entre parlamentares que buscam a reeleição. São eles: Eduardo Botelho (3,6%), Elizeu Nascimento (3,1%), Beto Dois a Um (3%) e Max Russi (2,8%). Neste grupo, Botelho apresentou melhor capilaridade eleitoral no estado. Os números apontam projeção de aproximadamente 50 mil votos, sendo Cuiabá e Várzea Grande o berço político do ex-presidente da Assembleia Legislativa. 
A pesquisa ouviu de forma presencial 1.200 pessoas entre os dias 30 de abril e 3 de maio. A margem de erro é estimada em 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos. A fonte de dados seguiu rigorosamente parâmetros do IBGE – Censo 2022, PNAD – 2025 e TSE – 2026. Com intervalo de confiança de 95%, a quantitativa foi devidamente registrada junto à justiça eleitoral sob os números BR-00726/2026 e MT 06232/2026.
Ocorre que, nas eleições de 2024, colocou o deputado estadual Eduardo Botelho (União) como vencedor do primeiro turno das eleições de 2024, para prefeito de Cuiabá.
Cidades
LBI: um marco para a cidadania e a dignidade
No dia 6 de julho celebramos a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um marco na garantia dos direitos das pessoas com deficiência. Mais do que uma legislação, a LBI representa uma mudança de olhar, reafirmando que a deficiência não pode ser tratada como limitação para o exercício da cidadania, mas como um compromisso coletivo de eliminar barreiras e construir oportunidades.
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É justamente essa compreensão que orienta a minha atuação na Câmara Municipal de Cuiabá. A inclusão não acontece apenas quando reconhecemos direitos no papel. Ela se concretiza quando transformamos esses direitos em políticas públicas, em informação acessível, em atendimento humanizado e em respeito à diversidade humana.
Foi com esse propósito que apresentei leis voltadas para fortalecer a autonomia e a dignidade das pessoas com deficiência e de suas famílias. A publicização da jornada do autista, por exemplo, garante que a população saiba onde buscar diagnóstico, terapias e medicamentos na rede municipal. Informação também é acessibilidade. Também aprovamos a criação da Semana Municipal de Conscientização e Responsabilidade Parental de Crianças e Adolescentes com Deficiência, reforçando que o cuidado, a inclusão e o desenvolvimento dessas crianças exigem uma rede de apoio fortalecida e uma sociedade mais consciente.
Outro avanço importante foi assegurar às mulheres surdas o direito de contar com intérprete de Libras durante todo o processo de pré-parto, parto e pós-parto imediato. Humanizar o atendimento também significa garantir comunicação, autonomia e segurança em um dos momentos mais importantes da vida. Da mesma forma, a proposta de incluir o símbolo do Cordão de Girassol e outras identificações de deficiências ocultas nas sinalizações de prioridade amplia o reconhecimento de pessoas cujas necessidades nem sempre são visíveis, mas que merecem o mesmo respeito e acolhimento.
A LBI nos ensina que inclusão não é favor, nem privilégio. É um direito. E direitos só existem plenamente quando são conhecidos, respeitados e efetivamente garantidos. Ainda temos muitos desafios pela frente, desde a oferta de serviços públicos até a eliminação de preconceitos que continuam limitando vidas. Mas cada avanço demonstra que é possível construir uma cidade mais justa quando escolhemos ouvir quem historicamente foi invisibilizado.
Celebrar a Lei Brasileira de Inclusão é reconhecer as conquistas alcançadas, mas, acima de tudo, lembrar que uma sociedade verdadeiramente inclusiva é construída todos os dias, por meio de decisões, atitudes e políticas públicas que coloquem a dignidade humana acima de qualquer barreira.
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