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OUTUBRO ROSA

Vereador Samir Japonês encerra Campanha Outubro Rosa 2025 em Várzea Grande

E eu falo isso com muito orgulho, ao lado da minha esposa, Márcia Alessandra, que me inspira com sua força, sensibilidade e compromisso com outras mulheres”, afirmou.

Publicado em

Várzea Grande

Imagens rede social vereador Samir

A Câmara Municipal de Várzea Grande realizou, nesta sexta-feira (31), o encerramento da Campanha Outubro Rosa 2025, voltada à conscientização sobre a prevenção e o enfrentamento ao câncer de mama. As atividades ocorreram no plenário da Casa de Leis e reuniram mais de 200 mulheres ao longo da manhã.

O evento, promovido pelo vereador Samir Japonês, em parceria com a Câmara Municipal, ofereceu diversos serviços gratuitos voltados à saúde e ao bem-estar feminino, reforçando a importância do cuidado preventivo, do diagnóstico precoce e do fortalecimento das mulheres.

Entre os atendimentos disponibilizados estiveram consultas médicas, testes rápidos, aferição de pressão arterial e glicemia, vacinação e atualização do CadÚnico, com apoio do CRAS. A programação também contou com oficinas temáticas, apresentações culturais e uma aula de Krav Maga, técnica de defesa pessoal voltada ao público feminino.

A ação teve apoio de instituições como Sicoob Integração e Feb Saúde, que contribuíram para ampliar os serviços e atividades oferecidas às participantes.

A cerimônia de abertura reuniu diversas autoridades e representantes da sociedade civil. Estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal, vereador Wanderley Cerqueira, a diretora Lorineide Inhan, Janaína Santana representando a AAPOC, o vice-prefeito Tião da Zaeli e o líder comunitário Alex, da Força Jovem do Mapim. Durante o evento, foram entregues Moções de Aplausos em reconhecimento a instituições e mulheres que atuam em defesa da saúde e da dignidade feminina.

Em seu discurso, o vereador Samir Japonês destacou a importância do cuidado e do papel da família no apoio às mulheres. “A saúde da mulher é uma causa que ultrapassa campanhas, ela passa pela família, pelo cuidado diário e pelo exemplo. E eu falo isso com muito orgulho, ao lado da minha esposa, Márcia Alessandra, que me inspira com sua força, sensibilidade e compromisso com outras mulheres”, afirmou.

O parlamentar concluiu enfatizando que prevenir é um gesto de amor, de coragem e de futuro, e reafirmou o seu compromisso com a causa. “Seguimos juntos nessa missão.”

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Várzea Grande

Sem provas, juiz nega condenar Walace em ação de R$ 16 mi

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O juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas, julgou improcedente o pedido do Ministério Público para condenar o ex-deputado estadual, Walace Guimarães, acusado de receber R$ 16.513.113,56 milhões em “mensalinho”.

O magistrado concluiu que o MP não apresentou provas suficientes de que Walace tenha, de fato, participado do suposto esquema de propina na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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A sentença foi publicada na terça-feira (17).

Na ação, o MP sustentou que o esquema teria sido abastecido a partir de recursos desviados por meio de contratos simulados firmados pela ALMT, envolvendo empresas de diversos setores. O chamado “mensalinho” era pago aos deputados estaduais para que apoiassem os projetos do governo estadual.

Com relação a Walace, o Ministério Público apontou que ele recebeu R$ 3,4 milhões (hoje atualizados em R$ 16,5 milhões), entre fevereiro de 2007 e 2011.

Ao analisar o conjunto de provas, o juiz afirmou, contudo, que o Parquet não conseguiu comprovar que Walace recebeu vantagens indevidas.

De acordo com o magistrado, as provas dos autos foram produzidas de forma unilateral, como as declarações prestadas nas delações premiadas do ex-governador Silval Barbosa e do ex-presidente da Assembleia, José Geraldo Riva.

O MP chegou a apresentar uma planilha elaborada por Riva, na qual listou os deputados que teriam aderido ao esquema, bem como as notas promissórias assinadas por Walace para a aquisição dos materiais adquiridos através dos contratos suspeitos. No entanto, os elementos não foram corroborados por outras provas, não tiveram força para justificar a condenação do ex-deputado, segundo o juiz.

“Nesse contexto, a prova indiciária apresentada pelo Ministério Público, restrita a atestados de recebimento de materiais supostamente destinados ao gabinete do requerido, não se revela suficientemente robusta para demonstrar, de forma segura e indene de dúvida razoável, que o réu tenha percebido vantagem indevida durante todo o extenso lapso temporal indicado”, observou o magistrado.

Ainda sobre os atestados de recebimento, o juiz afirmou que mesmo havendo indícios de superfaturamento – diante da quantidade considerável de materiais gráficos adquiridos para o gabinete de Walace – tal prática era um ato administrativo comum à época dos fatos, descartando qualquer hipótese de danos ao erário.

“Com efeito, o simples recebimento de materiais, sem comprovação de superfaturamento ou não entrega, não configura ato de improbidade. E, no caso em apreço, o Ministério Público não apresentou elementos que demonstrem desvios específicos ligados ao réu”, frisou.

A sentença ainda destacou que nem mesmo a condenação criminal oriunda da Operação Imperador, que apurou possíveis desvios na ALMT, pode atestar a participação do ex-deputado nas irregularidades, uma vez que Walace não foi mencionado nas fraudes reconhecidas naquele processo.

Diante da ausência de provas robustas, o juiz negou condenar o ex-deputado.

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