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Várzea Grande

Competição celebrou integração e incentivou a prática esportiva entre o funcionalismo municipal

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Várzea Grande

A final mais esperada foi a do futebol Society. Educação venceu por 5 x 1 a equipe da Câmara Municipal, em uma partida cheia de emoção e espírito esportivo

A Prefeitura Municipal de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL) e da Superintendência de Esporte e Lazer, realizou a cerimônia de encerramento da Copa do Servidor 2025, no estádio Dito Souza, na noite do último sábado (25). A grande final do futebol society foi o ponto alto da noite, com a equipe da Educação conquistando o título ao vencer a Câmara Municipal por 5 a 1, em uma partida cheia de emoção e espírito esportivo.

O evento marcou o final de semana de competições entre os servidores públicos municipais, promovendo integração, lazer, valorização do funcionalismo e incentivo à prática esportiva.

Educação com título, a Câmara Municipal ficou com vice e a equipe da FAB (Força Aérea Brasileira) com terceiro lugar. Também disputaram a final do futebol feminino, com mais uma vitória da equipe da Educação ao derrotar o time do Serviços Públicos/Obras por 7 x 0.

O último de competições também foi palco das premiações das categorias coletivas como vôlei de quadra e areia mistos. Mais uma vez a equipe da Educação levou a melhor nas duas modalidades. A Guarda Municipal foi vice-campeã na areia e Gestão Fazendária na modalidade quadra.

Foram premiados também, nas categorias individuais, com medalhas de primeiro, segundo e terceiro colocado, vencedores e vencedoras das provas de corrida de rua, sinuca, tênis de mesa e xadrez.

A Copa do Servidor reforçou o compromisso da administração municipal com a valorização do servidor público e o incentivo à prática esportiva e ao bem-estar.

Para o secretário Igor Cunha, o mesmo tratamento de incentivo ao esporte proporcionado aos servidores deve chegar a toda sociedade várzea-grandense, “esse gramado do estádio Dito Souza, tem muita qualidade e é essa qualidade que queremos levar para todos os nossos miniestádios. O esporte está sendo fomentado na medida em que proporcionamos espaços para jovens e adultos. Todos incentivados a uma vida saudável “, destacou.

Edmilson Piranha, superintendente de Esporte e Lazer, enfatizou o apoio da atual gestão para realização do evento. “Esse evento só foi possível graças ao apoio da nossa prefeita Flávia Moretti, do vice Tião da Zaeli, do nosso secretário da SMECEL Igor Cunha, e dos nossos profissionais, que empenharam na realização de uma copa rica em modalidades esportivas e em participação. Para o próximo ano vamos fazer melhor”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Sem provas, juiz nega condenar Walace em ação de R$ 16 mi

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O juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas, julgou improcedente o pedido do Ministério Público para condenar o ex-deputado estadual, Walace Guimarães, acusado de receber R$ 16.513.113,56 milhões em “mensalinho”.

O magistrado concluiu que o MP não apresentou provas suficientes de que Walace tenha, de fato, participado do suposto esquema de propina na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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A sentença foi publicada na terça-feira (17).

Na ação, o MP sustentou que o esquema teria sido abastecido a partir de recursos desviados por meio de contratos simulados firmados pela ALMT, envolvendo empresas de diversos setores. O chamado “mensalinho” era pago aos deputados estaduais para que apoiassem os projetos do governo estadual.

Com relação a Walace, o Ministério Público apontou que ele recebeu R$ 3,4 milhões (hoje atualizados em R$ 16,5 milhões), entre fevereiro de 2007 e 2011.

Ao analisar o conjunto de provas, o juiz afirmou, contudo, que o Parquet não conseguiu comprovar que Walace recebeu vantagens indevidas.

De acordo com o magistrado, as provas dos autos foram produzidas de forma unilateral, como as declarações prestadas nas delações premiadas do ex-governador Silval Barbosa e do ex-presidente da Assembleia, José Geraldo Riva.

O MP chegou a apresentar uma planilha elaborada por Riva, na qual listou os deputados que teriam aderido ao esquema, bem como as notas promissórias assinadas por Walace para a aquisição dos materiais adquiridos através dos contratos suspeitos. No entanto, os elementos não foram corroborados por outras provas, não tiveram força para justificar a condenação do ex-deputado, segundo o juiz.

“Nesse contexto, a prova indiciária apresentada pelo Ministério Público, restrita a atestados de recebimento de materiais supostamente destinados ao gabinete do requerido, não se revela suficientemente robusta para demonstrar, de forma segura e indene de dúvida razoável, que o réu tenha percebido vantagem indevida durante todo o extenso lapso temporal indicado”, observou o magistrado.

Ainda sobre os atestados de recebimento, o juiz afirmou que mesmo havendo indícios de superfaturamento – diante da quantidade considerável de materiais gráficos adquiridos para o gabinete de Walace – tal prática era um ato administrativo comum à época dos fatos, descartando qualquer hipótese de danos ao erário.

“Com efeito, o simples recebimento de materiais, sem comprovação de superfaturamento ou não entrega, não configura ato de improbidade. E, no caso em apreço, o Ministério Público não apresentou elementos que demonstrem desvios específicos ligados ao réu”, frisou.

A sentença ainda destacou que nem mesmo a condenação criminal oriunda da Operação Imperador, que apurou possíveis desvios na ALMT, pode atestar a participação do ex-deputado nas irregularidades, uma vez que Walace não foi mencionado nas fraudes reconhecidas naquele processo.

Diante da ausência de provas robustas, o juiz negou condenar o ex-deputado.

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