Sorriso
Três escritores sorrisenses lançam novos livros na Biblioteca Municipal
Sorriso
Obras infantis e de desenvolvimento pessoal serão apresentadas nesta quarta-feira, 26 de novembro, a partir das 19h, na Biblioteca Monteiro Lobato
A literatura de Sorriso ganhará novos capítulos nesta quarta-feira (26), quando três escritores do município lançam quatro obras na Biblioteca Municipal Monteiro Lobato, na Praça da Juventude. Os títulos abrangem desde histórias infantis cheias de fantasia e aventura até reflexões sobre superação e crescimento pessoal.
A escritora Pollyanna Gimenez apresenta o livro “10 Lições Para a Vida: Como Transformar Desafios em Vitória”, obra que destaca que os desafios fazem parte de qualquer jornada, mas podem ser usados como combustível para evolução, aprendizado e fortalecimento emocional.
Já a autora Luana Vaites chega ao evento com dois lançamentos. O primeiro, “A Menina Sonhadora”, transporta o leitor para um universo mágico onde sonhos se tornam reais. A trama acompanha a jovem Luana, que decide ultrapassar os limites de sua imaginação e viver grandes aventuras, enfrentando desafios e descobertas surpreendentes.
O segundo título, “O Vendedor de Sonhos”, incentiva a leitura e provoca reflexões sobre coragem, amizade e a importância de seguir aquilo que faz o coração vibrar.
Para Luana, escrever histórias é uma forma de tocar vidas. “Eu escrevo por amor. Criar histórias, contos e poemas é um processo que me completa, e trabalhar com literatura infantil é ainda mais especial. Os livros têm o poder de ensinar lições importantes e influenciar o desenvolvimento das crianças. É gratificante saber que aquilo que escrevo pode fazer diferença tanto para quem lê quanto para quem cria”, afirma.
O escritor Werik Teixeira apresenta “A Mansão dos Bichos”, que conta a aventura de Léo e seus amigos após uma descoberta intrigante no sótão de uma antiga mansão. A história estimula a curiosidade, o espírito de aventura e o valor da amizade entre as crianças.
Todos as obras foram viabilizadas por meio de incentivos à cultura, através de editais municipais, estaduais e federais.
A entrada no evento é gratuita e aberta ao público.
Sorriso
Sorriso diz sim à Patrulha Henry Borel
Com aval do Tribunal de Justiça e demais instituições, Município caminha para se tornar referência na proteção de crianças e adolescentes
Ser a primeira cidade a efetivamente disponibilizar a Patrulha Henry Borel. A carta de intenção para tornar realidade a Patrulha foi assinada nesta sexta-feira (13 de março), durante o Seminário Março Mulher – Vidas, Direitos e Proteção Integral. Em 3 de maio de 2023, a lei estadual 12.097 estabelece a criação da Patrulha Henry Borel no Estado de Mato Grosso.
A Patrulha tem o objetivo de assegurar o atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar no Estado, bem como garantir a efetividade da Lei Federal Nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel), que cria mecanismos para a prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.
A elaboração da minuta da Lei 12.097/23 foi idealizada pelo juiz Jamilson Haddad Campos, titular da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Foi justamente o mesmo magistrado, que fez a Sorriso o convite para implantar efetivamente a Patrulha.
O evento desta sexta-feira mobiliza representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman) e a Câmara Municipal de Vereadores de Sorriso no Centro de Eventos Ari José Riedi.
“Queremos dizer ‘sim’ a esta iniciativa, colocar em prática esta lei para tornar ainda mais eficiente o cuidado com nossas crianças e adolescentes”, assegurou o prefeito Alei Fernandes durante o evento. “Este seminário veio para trazer o tema à discussão, no entanto, o que queremos é colocar em prática estas ações e com esta patrulha vamos evoluir muito na proteção a nossas crianças e adolescentes”, complementou a primeira-dama de Sorriso e secretária da Mulher e da Família, Mara Fernandes.
Uma das primeiras a “sonhar” com a Patrulha Henri Borel, a advogada Tatiane Ramalho, fundadora e presidente do Iman, comentou que a iniciativa no Estado começou em um evento da OAB, que foi ganhando força a partir do diálogo. “Nós vamos agora trabalhar a Patrulha Henri Borel vire lei, porque até então ela era só uma ideia”.
Outro responsável pela criação da Patrulha, o juiz Jamilson Haddad Campos comentou que “a Lei Henry Borel é um espelhamento da Lei Maria da Penha, com foco na proteção da criança e do adolescente, e quando da criação dela, tivemos apoio de 100% dos deputados, bem como do governador Mauro Mendes, que a sancionou”, relatou o magistrado, complementando que percebeu o prefeito Alei Fernandes muito sensibilizado com a proposta. “Por isso vamos, juntos, conduzir este projeto junto à Polícia Militar do Estado, que será especialmente capacitada e preparada para este trabalho, tanto por meio da Lei Henry Borel quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmou.
Lei Henry Borel – Torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos e estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A legislação foi espelhada na Lei Maria da Penha. O texto foi batizado de Lei Henry Borel em referência ao menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. Os dois estão presos, e aguardam pelo julgamento.