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Sorriso inicia instalação de câmeras de segurança do arco externo

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Município também deve receber dois drones com tecnologia de reconhecimento facial e corporal embarcada

Foram oficialmente entregues no início desta manhã, 29 de janeiro, as 110 câmeras de segurança que serão instaladas nas comunidades rurais fechando o arco externo do Município. A instalação dos equipamentos inicia ainda nesta quinta-feira. No total, 45 pontos serão contemplados com a instalação de duas a quatro câmeras por ponto.

“Nesses locais doamos as câmeras para as comunidades que serão responsáveis pela manutenção e nós vamos monitorar”, explica o secretário-adjunto de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep) e presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) de Sorriso, Gilvano de Ávila. “Fechando o cerco externo daremos mais agilidade na solução de homicídios, furtos, fugas e quaisquer outras situações negativas”, afirma.

“Para nós, essa entrega é motivo de orgulho. Ao lado do coronel Denardi assumimos a Semsep há um ano e um mês e nesse tempo comemoramos avanços significativos na segurança. Hoje, 100% das câmeras do Vigia Mais da área urbana funcionam e são monitoradas pelo Centro de Controle Operacional (CCO) instalado na Semsep, essa tem sido uma ferramenta que permite mais agilidade ao trabalho desenvolvido pelas forças de segurança”, comemora o adjunto.

Ávila detalha que o apoio do Conseg foi essencial na garantia da instalação e funcionamento das câmeras. “Além disso temos uma equipe muito comprometida na Semsep, integrada pelo Pardal, pelo Floresta e o João que atua incansavelmente na manutenção desses equipamentos. Até agora, nenhuma câmera chegou a ficar uma hora parada. Agradeço a toda equipe da Semsep pelo empenho”, ressalta.

Segundo o secretário-adjunto, o Município também deve receber nos próximos dias dois drones com tecnologia de reconhecimento facial e corporal embarcada. Um será usado pela própria Semsep e o outro repassado à Polícia Militar.

Para os produtores rurais, a entrega dos equipamentos também é motivo de comemoração. Presidente do Sindicato rural, Diogo Damiani, frisa que com a intensificação do trabalho das forças de segurança na área rural muitos crimes, como o furto de defensivas agrícolas, foram coibidos. “Temos certeza que com esses equipamentos, além de monitorar a entrada e saída da cidade e auxiliar na investigação de outros crimes, evitaremos furtos de pivôs e de equipamentos das usinas de energia solar”, detalha. Damiani agradeceu a Administração Municipal, Estado, Polícia Militar, produtores rurais e concessionárias de pedágio, parceiros no programa.

Conforme o comandante local da Polícia Militar (PM) tenente-coronel Jorge Almeida, a forma como o programa Vigia Mais vem sendo conduzido em Sorriso é referencia no estado e no país. “Esse programa só dá certo quando a Administração Municipal abraça a causa e aqui tem dado certo justamente pelo apoio do Município e de todos os envolvidos”, detalha. Jorge Almeida acrescenta que o levantamento dos pontos foi um trabalho minucioso realizado pelo tenente-coronel Inácio de Moraes junto aos próprios produtores, concessionárias de pedágio e o próprio Sindicato Rural. “Foi um levantamento feito a muitas mãos com análise responsável e cuidadosa”, pontua Inácio.

O vice-prefeito, Acácio Ambrosini, acrescenta que não há como prever um crime. “Mas agora há como garantir mais agilidade ampliando as ferramentas que temos disponíveis para não deixar nem um crime impune. Não temos como impedir que aconteça, mas com apoio da tecnologia temos como chegar aos culpados com mais rapidez”, ressalta. Para o presidente do Legislativo, Rodrigo Materazzi, essa é uma ação conjunta e efetiva que trará resultados positivos na segurança do Município.

Já o prefeito Alei Fernandes pontua que o Município evoluiu em um “projeto fantástico. Estamos não só ampliando a sensação de segurança, mas provendo segurança real para a nossa comunidade”, diz. Alei adiantou que uma das próximas ações é a instalação de câmeras de segurança com reconhecimento facial nas escolas municipais. “Ofertando mais segurança aos pais”, frisa. O prefeito também anunciou avanços para a área rural. “No início de fevereiro vamos receber o governador Mauro Mendes para o lançamento das agroestradas 2026/2027”, pontua.

Vale lembrar que as câmeras repassadas às comunidades integram o segundo lote de equipamentos recebidos pelo o Programa Vigia Mais do Governo do Estado. Nessa segunda etapa foram recebidas 140 câmeras, 110 delas destinadas ao arco externo e 30 para reforço na área central.

Na área urbana

A área urbana conta com 345 câmeras que integram o Programa Vigia Mais em pleno funcionamento e monitoradas pelo Centro de Controle Operacional (CCO) instalado na Semsep. Há ainda mais 200 pontos com apoio de imagens entre as câmeras de lombadas e com imagens cedidas pela empresa Camerite.

A segurança também deve ser ampliada com a futura instalação de câmeras com reconhecimento facial em pontos estratégicos como empresas, bares, restaurantes e lanchonetes. Após a instalação em todos os pontos, o Município contará com mais de 700 câmeras de monitoramento.

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Sorriso diz sim à Patrulha Henry Borel

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Com aval do Tribunal de Justiça e demais instituições, Município caminha para se tornar referência na proteção de crianças e adolescentes

Ser a primeira cidade a efetivamente disponibilizar a Patrulha Henry Borel. A carta de intenção para tornar realidade a Patrulha foi assinada nesta sexta-feira (13 de março), durante o Seminário Março Mulher – Vidas, Direitos e Proteção Integral. Em 3 de maio de 2023, a lei estadual 12.097 estabelece a criação da Patrulha Henry Borel no Estado de Mato Grosso.

A Patrulha tem o objetivo de assegurar o atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar no Estado, bem como garantir a efetividade da Lei Federal Nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel), que cria mecanismos para a prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.

A elaboração da minuta da Lei 12.097/23 foi idealizada pelo juiz Jamilson Haddad Campos, titular da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Foi justamente o mesmo magistrado, que fez a Sorriso o convite para implantar efetivamente a Patrulha.

O evento desta sexta-feira mobiliza representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman) e a Câmara Municipal de Vereadores de Sorriso no Centro de Eventos Ari José Riedi.

“Queremos dizer ‘sim’ a esta iniciativa, colocar em prática esta lei para tornar ainda mais eficiente o cuidado com nossas crianças e adolescentes”, assegurou o prefeito Alei Fernandes durante o evento. “Este seminário veio para trazer o tema à discussão, no entanto, o que queremos é colocar em prática estas ações e com esta patrulha vamos evoluir muito na proteção a nossas crianças e adolescentes”, complementou a primeira-dama de Sorriso e secretária da Mulher e da Família, Mara Fernandes.

Uma das primeiras a “sonhar” com a Patrulha Henri Borel, a advogada Tatiane Ramalho, fundadora e presidente do Iman, comentou que a iniciativa no Estado começou em um evento da OAB, que foi ganhando força a partir do diálogo. “Nós vamos agora trabalhar a Patrulha Henri Borel vire lei, porque até então ela era só uma ideia”.

Outro responsável pela criação da Patrulha, o juiz Jamilson Haddad Campos comentou que “a Lei Henry Borel é um espelhamento da Lei Maria da Penha, com foco na proteção da criança e do adolescente, e quando da criação dela, tivemos apoio de 100% dos deputados, bem como do governador Mauro Mendes, que a sancionou”, relatou o magistrado, complementando que percebeu o prefeito Alei Fernandes muito sensibilizado com a proposta. “Por isso vamos, juntos, conduzir este projeto junto à Polícia Militar do Estado, que será especialmente capacitada e preparada para este trabalho, tanto por meio da Lei Henry Borel quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmou.

Lei Henry Borel – Torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos e estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A legislação foi espelhada na Lei Maria da Penha. O texto foi batizado de Lei Henry Borel em referência ao menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. Os dois estão presos, e aguardam pelo julgamento.

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