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Representantes do Sistema S planejam atividades da Padaria Artesanal

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Programa estimula alimentação saudável e possibilita renda extra a famílias em situação de vulnerabilidade social

Uma roda de conversa, uma chuva de ideias e, em pauta, o funcionamento da Padaria Artesanal a partir do próximo ano. Na terça-feira (18 de novembro), a secretária-adjunta de Assistência Social, Rejane Nicoleti, recebeu, na sede da unidade, ao lado da nutricionista Jamille Foléis Serpa, o especialista em Desenvolvimento Industrial do Departamento Nacional do Senai, Jefferson Fróes; a gerente de Educação Profissional e Superior do Senai MT, Jocely Nogueira.

Além dos representantes do Senai nas esferas estadual e nacional, também participaram do momento de prospecção do funcionamento da Padaria Artesanal a gerente regional do Senai, Camila Tetilla, a gerente operacional do Senai de Sorriso, Lúcia Pereira e o coordenador da unidade do Sebrae no Município, Marcelo Alexandre Ferreira.

“Este projeto já é case de sucesso em vários locais e aqui não será diferente, dado que a proposta da Padaria Artesanal é ser aquela proposta inicial de protagonismo social”, afirmou o representante nacional do Sebrae, Jefferson Fróes.

“É muito importante contar com a consultoria de pessoas tão conhecedoras da realidade do programa, para que possamos fazer a diferença na vida de muitas pessoas, ajudando a melhorar a alimentação de muitas famílias e estimular a possibilidade de reforço da renda familiar”, reiterou Rejane.

foco principal do projeto Padaria Artesnanal, liderado em esfera nacional diretamente pela segunda-dama do Brasil, Lu Alckmin, é incentivar a formalização de negócios e a geração de emprego e renda, especialmente para a população em situação de vulnerabilidade social. O programa é alicerçado pelo Sistema S, em especial o Senai e o Sebrae.

A produção é feita com ingredientes simples, sem a utilização de equipamentos sofisticados, permitindo, não apenas o reforço nutricional das famílias, como uma renda extra. Basicamente, no curso, são ensinadas dez receitas de pães produzidos de forma artesanal, com ingredientes naturais, livre de conservantes, de baixo custo de produção, alto valor comercial e com alto valor nutricional.

“Inicialmente, vamos ofertar a formação para nossa equipe interna e, na sequência, para representantes de instituições sociais”, antecipou Rejane lembrando que o curso também será aberto à comunidade, prioritariamente às pessoas que participam das atividades nos CRAS. “Todo cronograma de formações será divulgado, permitindo assim que todas as pessoas interessadas possam participar e também aprender a fazer pães muito saborosos e nutritivos”, complementa.

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Sorriso diz sim à Patrulha Henry Borel

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Com aval do Tribunal de Justiça e demais instituições, Município caminha para se tornar referência na proteção de crianças e adolescentes

Ser a primeira cidade a efetivamente disponibilizar a Patrulha Henry Borel. A carta de intenção para tornar realidade a Patrulha foi assinada nesta sexta-feira (13 de março), durante o Seminário Março Mulher – Vidas, Direitos e Proteção Integral. Em 3 de maio de 2023, a lei estadual 12.097 estabelece a criação da Patrulha Henry Borel no Estado de Mato Grosso.

A Patrulha tem o objetivo de assegurar o atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar no Estado, bem como garantir a efetividade da Lei Federal Nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel), que cria mecanismos para a prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.

A elaboração da minuta da Lei 12.097/23 foi idealizada pelo juiz Jamilson Haddad Campos, titular da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Foi justamente o mesmo magistrado, que fez a Sorriso o convite para implantar efetivamente a Patrulha.

O evento desta sexta-feira mobiliza representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman) e a Câmara Municipal de Vereadores de Sorriso no Centro de Eventos Ari José Riedi.

“Queremos dizer ‘sim’ a esta iniciativa, colocar em prática esta lei para tornar ainda mais eficiente o cuidado com nossas crianças e adolescentes”, assegurou o prefeito Alei Fernandes durante o evento. “Este seminário veio para trazer o tema à discussão, no entanto, o que queremos é colocar em prática estas ações e com esta patrulha vamos evoluir muito na proteção a nossas crianças e adolescentes”, complementou a primeira-dama de Sorriso e secretária da Mulher e da Família, Mara Fernandes.

Uma das primeiras a “sonhar” com a Patrulha Henri Borel, a advogada Tatiane Ramalho, fundadora e presidente do Iman, comentou que a iniciativa no Estado começou em um evento da OAB, que foi ganhando força a partir do diálogo. “Nós vamos agora trabalhar a Patrulha Henri Borel vire lei, porque até então ela era só uma ideia”.

Outro responsável pela criação da Patrulha, o juiz Jamilson Haddad Campos comentou que “a Lei Henry Borel é um espelhamento da Lei Maria da Penha, com foco na proteção da criança e do adolescente, e quando da criação dela, tivemos apoio de 100% dos deputados, bem como do governador Mauro Mendes, que a sancionou”, relatou o magistrado, complementando que percebeu o prefeito Alei Fernandes muito sensibilizado com a proposta. “Por isso vamos, juntos, conduzir este projeto junto à Polícia Militar do Estado, que será especialmente capacitada e preparada para este trabalho, tanto por meio da Lei Henry Borel quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmou.

Lei Henry Borel – Torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos e estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A legislação foi espelhada na Lei Maria da Penha. O texto foi batizado de Lei Henry Borel em referência ao menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. Os dois estão presos, e aguardam pelo julgamento.

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