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Prefeitura oferta RGA de 5,5%, acima do IPCA, que foi de 4,26%

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Sinsems refutou proposta e uma nova rodada de negociações deve ser realizada na quarta (11)

A Prefeitura de Sorriso ofertou, nesta segunda-feira (9 de fevereiro), 5,5% de Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores públicos municipais da classe geral. Aos professores, além dos 5,5%, o acréscimo de outros 4,73% ainda referentes ao acordado no ano passado. O valor de 5,5% supera a revisão concedida pelo Governo do Estado, que foi de 4,26, exatamente o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrado em 2025.

Além dos 5,5% de RGA, a Administração Municipal também ofertou o reajuste do auxílio-alimentação, que passaria dos atuais R$ 600 para R$ 650. “De forma integrada, entre as secretarias de Administração, Planejamento e Fazenda, fizemos todos os cálculos de impacto da RGA na folha e estes números mostram uma oferta acima do IPCA, buscando assim o equilíbrio entre a valorização do servidor público e o equilíbrio das contas da Prefeitura”, afirmou o prefeito Alei Fernandes.

Durante reunião no Centro Municipal de Formação para os Profissionais da Educação (Cemfor), todos os dados foram partilhados ao presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Sorriso (Sinsems), Leocir Faccio, e demais sindicalistas, que refutaram a proposta. Inicialmente, o Sinsems pediu 9% de RGA e o aumento do auxílio-alimentação para R$ 810.

“Vamos nos reunir, revisar todos os números e verificar a possibilidade de uma nova proposta ainda na quarta-feira (11 de fevereiro), no entanto, reforçamos que o equilíbrio financeiro é fundamental, justamente para preservar a saúde financeira da Prefeitura, tanto agora, quanto no futuro”, destacou o secretário de Administração, Bruno Delgado.

“Sabemos o quanto o servidor público é fundamental no atendimento ao cidadão nas mais diversas esferas e queremos sim, externar nossa gratidão, no entanto, para que o futuro dos servidores seja tranquilo financeiramente, é muito importante que tenhamos cautela na concessão da RGA”, pontuou Alei.

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Sorriso diz sim à Patrulha Henry Borel

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Com aval do Tribunal de Justiça e demais instituições, Município caminha para se tornar referência na proteção de crianças e adolescentes

Ser a primeira cidade a efetivamente disponibilizar a Patrulha Henry Borel. A carta de intenção para tornar realidade a Patrulha foi assinada nesta sexta-feira (13 de março), durante o Seminário Março Mulher – Vidas, Direitos e Proteção Integral. Em 3 de maio de 2023, a lei estadual 12.097 estabelece a criação da Patrulha Henry Borel no Estado de Mato Grosso.

A Patrulha tem o objetivo de assegurar o atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar no Estado, bem como garantir a efetividade da Lei Federal Nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel), que cria mecanismos para a prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.

A elaboração da minuta da Lei 12.097/23 foi idealizada pelo juiz Jamilson Haddad Campos, titular da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Foi justamente o mesmo magistrado, que fez a Sorriso o convite para implantar efetivamente a Patrulha.

O evento desta sexta-feira mobiliza representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman) e a Câmara Municipal de Vereadores de Sorriso no Centro de Eventos Ari José Riedi.

“Queremos dizer ‘sim’ a esta iniciativa, colocar em prática esta lei para tornar ainda mais eficiente o cuidado com nossas crianças e adolescentes”, assegurou o prefeito Alei Fernandes durante o evento. “Este seminário veio para trazer o tema à discussão, no entanto, o que queremos é colocar em prática estas ações e com esta patrulha vamos evoluir muito na proteção a nossas crianças e adolescentes”, complementou a primeira-dama de Sorriso e secretária da Mulher e da Família, Mara Fernandes.

Uma das primeiras a “sonhar” com a Patrulha Henri Borel, a advogada Tatiane Ramalho, fundadora e presidente do Iman, comentou que a iniciativa no Estado começou em um evento da OAB, que foi ganhando força a partir do diálogo. “Nós vamos agora trabalhar a Patrulha Henri Borel vire lei, porque até então ela era só uma ideia”.

Outro responsável pela criação da Patrulha, o juiz Jamilson Haddad Campos comentou que “a Lei Henry Borel é um espelhamento da Lei Maria da Penha, com foco na proteção da criança e do adolescente, e quando da criação dela, tivemos apoio de 100% dos deputados, bem como do governador Mauro Mendes, que a sancionou”, relatou o magistrado, complementando que percebeu o prefeito Alei Fernandes muito sensibilizado com a proposta. “Por isso vamos, juntos, conduzir este projeto junto à Polícia Militar do Estado, que será especialmente capacitada e preparada para este trabalho, tanto por meio da Lei Henry Borel quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmou.

Lei Henry Borel – Torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos e estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A legislação foi espelhada na Lei Maria da Penha. O texto foi batizado de Lei Henry Borel em referência ao menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. Os dois estão presos, e aguardam pelo julgamento.

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