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Prefeitura de Sorriso reforça cuidado com grupos sensíveis e não realizará queima de fogos no Réveillon

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A Prefeitura de Sorriso decidiu não realizar queima de fogos na virada do ano, reafirmando a preocupação com crianças, adolescentes e adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), idosos, pessoas enfermas, animais domésticos e demais grupos sensíveis ao barulho. No lugar deles, o público presente na Praça das Fontes acompanhará um show pirotécnico digital no telão de LED, instalado no palco. A medida busca garantir um ambiente mais tranquilo e seguro durante o período de celebrações.

Para assegurar que a virada do ano seja comemorada com respeito a esses públicos, o Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) intensificará as ações de orientação e fiscalização quanto ao cumprimento da Lei Municipal nº 2.929, de 3 de abril de 2019, que proíbe o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos de estampido e artefatos pirotécnicos com efeito sonoro ruidoso em todo o município.

A legislação permite apenas fogos de vista, que produzem efeitos visuais sem estampido ou com barulho de baixa intensidade. O descumprimento da lei implica multa de pouco mais de R$ 2 mil, valor que é dobrado em caso de reincidência no período de 30 dias. A atualização anual segue o IPCA.

A proibição é válida para ambientes públicos e privados, fechados ou abertos, e está alinhada às normas de posturas previstas na Lei Complementar nº 32, de 20 de dezembro de 2005.

A Prefeitura destaca que a colaboração da população é essencial para evitar transtornos e preservar o bem-estar daqueles que podem ser impactados pelo barulho. Denúncias e informações podem ser encaminhadas pelo WhatsApp (66) 99668-2034.

Praça das Fontes foi o local escolhido para a festa da virada

A chegada de 2026 será celebrada em grande estilo na Praça das Fontes, que neste ano receberá a tradicional festa de Réveillon de Sorriso. Totalmente decorado e preparado para acolher milhares de famílias, o espaço será o ponto de encontro da população no dia 31 de dezembro, a partir das 19h, com programação que segue até as primeiras horas do ano novo.

A abertura oficial da festa ficará por conta do DJ Rian, responsável também pelas intervenções musicais nos intervalos e pelo encerramento da noite. Às 19h30, o público poderá acompanhar a apresentação da cantora prata da casa, Mascote Lauton, que segue animando a festa até as 21h.

Logo depois, às 21h30, sobem ao palco Daia e Adriano, que comandam o show principal e fazem a contagem regressiva para a virada. Após a chegada de 2026, quem assume o palco é a dupla Sarah e Lívia, garantindo animação até 2h30. O encerramento das comemorações está previsto para às 3h.

Confira a programação completa:

* 19h – Abertura

* 19h30 às 21h – Mascote Lauton

* 21h30 às 00h10 – Daia e Adriano

* 00h30 às 2h30 – Sarah e Lívia

* 3h – Encerramento

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Sorriso diz sim à Patrulha Henry Borel

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Com aval do Tribunal de Justiça e demais instituições, Município caminha para se tornar referência na proteção de crianças e adolescentes

Ser a primeira cidade a efetivamente disponibilizar a Patrulha Henry Borel. A carta de intenção para tornar realidade a Patrulha foi assinada nesta sexta-feira (13 de março), durante o Seminário Março Mulher – Vidas, Direitos e Proteção Integral. Em 3 de maio de 2023, a lei estadual 12.097 estabelece a criação da Patrulha Henry Borel no Estado de Mato Grosso.

A Patrulha tem o objetivo de assegurar o atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar no Estado, bem como garantir a efetividade da Lei Federal Nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel), que cria mecanismos para a prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.

A elaboração da minuta da Lei 12.097/23 foi idealizada pelo juiz Jamilson Haddad Campos, titular da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Foi justamente o mesmo magistrado, que fez a Sorriso o convite para implantar efetivamente a Patrulha.

O evento desta sexta-feira mobiliza representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman) e a Câmara Municipal de Vereadores de Sorriso no Centro de Eventos Ari José Riedi.

“Queremos dizer ‘sim’ a esta iniciativa, colocar em prática esta lei para tornar ainda mais eficiente o cuidado com nossas crianças e adolescentes”, assegurou o prefeito Alei Fernandes durante o evento. “Este seminário veio para trazer o tema à discussão, no entanto, o que queremos é colocar em prática estas ações e com esta patrulha vamos evoluir muito na proteção a nossas crianças e adolescentes”, complementou a primeira-dama de Sorriso e secretária da Mulher e da Família, Mara Fernandes.

Uma das primeiras a “sonhar” com a Patrulha Henri Borel, a advogada Tatiane Ramalho, fundadora e presidente do Iman, comentou que a iniciativa no Estado começou em um evento da OAB, que foi ganhando força a partir do diálogo. “Nós vamos agora trabalhar a Patrulha Henri Borel vire lei, porque até então ela era só uma ideia”.

Outro responsável pela criação da Patrulha, o juiz Jamilson Haddad Campos comentou que “a Lei Henry Borel é um espelhamento da Lei Maria da Penha, com foco na proteção da criança e do adolescente, e quando da criação dela, tivemos apoio de 100% dos deputados, bem como do governador Mauro Mendes, que a sancionou”, relatou o magistrado, complementando que percebeu o prefeito Alei Fernandes muito sensibilizado com a proposta. “Por isso vamos, juntos, conduzir este projeto junto à Polícia Militar do Estado, que será especialmente capacitada e preparada para este trabalho, tanto por meio da Lei Henry Borel quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmou.

Lei Henry Borel – Torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos e estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A legislação foi espelhada na Lei Maria da Penha. O texto foi batizado de Lei Henry Borel em referência ao menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. Os dois estão presos, e aguardam pelo julgamento.

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