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Polos Culturais de Sorriso abrem matrículas e rematrículas para oficinas em 2026

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Após o recesso de fim de ano, os Polos Culturais de Sorriso, administrados pela Secretaria Municipal de Cultura, já estão com matrículas e rematrículas abertas para as oficinas que retornam no dia 2 de fevereiro. Atualmente, a Secretaria atende mais de 1.500 alunos distribuídos em 10 polos espalhados pelos bairros e distrito do município.

Cada estudante pode se inscrever em até três oficinas, escolhendo entre atividades como balé, violão, capoeira, dança regional, pintura e desenho, artesanato, bateria, violino, teclado, flauta doce, canto, musicalização, teatro, instrumentos de sopro e dança de rua, entre outras.

Uma novidade para este ano é a abertura de um novo Polo Cultural no bairro Jardim Carolina, que terá capacidade para atender pelo menos mais 500 crianças e adolescentes da região, ampliando o acesso à formação cultural.

Segundo a secretária de Cultura de Sorriso, Marisa Neto, a política de oficinas culturais é modelo de gestão cultural no Estado de Mato Grosso: “Sorriso se destaca por oferecer para nossas crianças e adolescentes acesso à cultura. Poucos municípios do Estado atendem diretamente um público tão amplo com oficinas culturais, como o nosso. É um orgulho!”, disse Marisa.

Ainda, de acordo com a secretária, o envolvimento de crianças e jovens nas atividades culturais é fundamental para a formação de cidadãos, promovendo desenvolvimento, autoestima e senso crítico.

As matrículas e rematrículas devem ser feitas diretamente nos polos culturais onde o aluno pretende fazer as oficinas.

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Sorriso diz sim à Patrulha Henry Borel

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Com aval do Tribunal de Justiça e demais instituições, Município caminha para se tornar referência na proteção de crianças e adolescentes

Ser a primeira cidade a efetivamente disponibilizar a Patrulha Henry Borel. A carta de intenção para tornar realidade a Patrulha foi assinada nesta sexta-feira (13 de março), durante o Seminário Março Mulher – Vidas, Direitos e Proteção Integral. Em 3 de maio de 2023, a lei estadual 12.097 estabelece a criação da Patrulha Henry Borel no Estado de Mato Grosso.

A Patrulha tem o objetivo de assegurar o atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar no Estado, bem como garantir a efetividade da Lei Federal Nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel), que cria mecanismos para a prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.

A elaboração da minuta da Lei 12.097/23 foi idealizada pelo juiz Jamilson Haddad Campos, titular da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Foi justamente o mesmo magistrado, que fez a Sorriso o convite para implantar efetivamente a Patrulha.

O evento desta sexta-feira mobiliza representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman) e a Câmara Municipal de Vereadores de Sorriso no Centro de Eventos Ari José Riedi.

“Queremos dizer ‘sim’ a esta iniciativa, colocar em prática esta lei para tornar ainda mais eficiente o cuidado com nossas crianças e adolescentes”, assegurou o prefeito Alei Fernandes durante o evento. “Este seminário veio para trazer o tema à discussão, no entanto, o que queremos é colocar em prática estas ações e com esta patrulha vamos evoluir muito na proteção a nossas crianças e adolescentes”, complementou a primeira-dama de Sorriso e secretária da Mulher e da Família, Mara Fernandes.

Uma das primeiras a “sonhar” com a Patrulha Henri Borel, a advogada Tatiane Ramalho, fundadora e presidente do Iman, comentou que a iniciativa no Estado começou em um evento da OAB, que foi ganhando força a partir do diálogo. “Nós vamos agora trabalhar a Patrulha Henri Borel vire lei, porque até então ela era só uma ideia”.

Outro responsável pela criação da Patrulha, o juiz Jamilson Haddad Campos comentou que “a Lei Henry Borel é um espelhamento da Lei Maria da Penha, com foco na proteção da criança e do adolescente, e quando da criação dela, tivemos apoio de 100% dos deputados, bem como do governador Mauro Mendes, que a sancionou”, relatou o magistrado, complementando que percebeu o prefeito Alei Fernandes muito sensibilizado com a proposta. “Por isso vamos, juntos, conduzir este projeto junto à Polícia Militar do Estado, que será especialmente capacitada e preparada para este trabalho, tanto por meio da Lei Henry Borel quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmou.

Lei Henry Borel – Torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos e estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A legislação foi espelhada na Lei Maria da Penha. O texto foi batizado de Lei Henry Borel em referência ao menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. Os dois estão presos, e aguardam pelo julgamento.

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