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Museu de Sorriso recebe visita técnica de comitiva da Prefeitura de Sinop

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Centro Histórico-Cultural Benjamin Raiser é referência regional e deve inspirar projeto de museu da cidade vizinha

Na tarde desta quinta-feira, 22 de janeiro, uma comitiva do município de Sinop esteve em Sorriso para uma visita técnica ao Museu Centro Histórico-Cultural Benjamin Raiser. O objetivo foi conhecer de perto a estrutura do museu, entender como se deu o processo de implantação, a formação do acervo e o funcionamento do espaço, que hoje é considerado referência regional em preservação da história local.

A visita faz parte dos estudos para a criação de um museu municipal em Sinop. Durante o encontro, os representantes puderam conhecer a organização do acervo, as estratégias de conservação, o modelo de gestão e as ações educativas e culturais desenvolvidas no museu de Sorriso.

A comitiva de Sinop foi composta por Scheila Pedroso, secretária de Planejamento Urbano e Habitação; Leidiane Viegas, diretora de Turismo; Cleusa Mara, diretora de Cultura; Alexandra Berthe, assistente social; Lauren Menegon, gestora de projetos; e Ana Paula Santos, chefe de Gabinete.

As visitantes foram recepcionadas pela coordenadora do museu, a historiadora Maria Amélia de Souza Rossi, além da secretária municipal de Cultura Marisa Neto, do secretário adjunto Francisco Guimarães e do secretário adjunto de Turismo Nelson Eduardo Pereira da Costa.

Segundo a coordenadora do museu, a comitiva ficou impressionada com a estrutura e a qualidade do material exposto. “Apresentamos todo o nosso espaço, desde o processo de implantação até a formação do acervo, e ficamos muito felizes com o encantamento do grupo. É muito gratificante ver Sorriso sendo reconhecida como referência regional na preservação da sua história”, disse Maria Amélia.

O Centro Histórico Cultural Benjamin Raiser, inaugurado em agosto de 2022 na Praça da Juventude, foi criado para preservar e contar a história da formação do município através de acervos documentais, objetos históricos, exposições interativas e conteúdos digitais. O acervo é composto por fotografias, objetos, documentos e peças que narram diferentes fases do desenvolvimento de Sorriso, além de exposições temporárias que destacam temas de interesse histórico e cultural.

Uma das inovações do museu é a utilização de recursos digitais, como painéis interativos e a construção de um Museu Virtual. Por meio de tecnologia e conteúdos digitalizados, visitantes têm acesso a uma linha do tempo interativa que inclui biografias, imagens e relatos sobre a história local.

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Sorriso diz sim à Patrulha Henry Borel

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Com aval do Tribunal de Justiça e demais instituições, Município caminha para se tornar referência na proteção de crianças e adolescentes

Ser a primeira cidade a efetivamente disponibilizar a Patrulha Henry Borel. A carta de intenção para tornar realidade a Patrulha foi assinada nesta sexta-feira (13 de março), durante o Seminário Março Mulher – Vidas, Direitos e Proteção Integral. Em 3 de maio de 2023, a lei estadual 12.097 estabelece a criação da Patrulha Henry Borel no Estado de Mato Grosso.

A Patrulha tem o objetivo de assegurar o atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar no Estado, bem como garantir a efetividade da Lei Federal Nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel), que cria mecanismos para a prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.

A elaboração da minuta da Lei 12.097/23 foi idealizada pelo juiz Jamilson Haddad Campos, titular da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Foi justamente o mesmo magistrado, que fez a Sorriso o convite para implantar efetivamente a Patrulha.

O evento desta sexta-feira mobiliza representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman) e a Câmara Municipal de Vereadores de Sorriso no Centro de Eventos Ari José Riedi.

“Queremos dizer ‘sim’ a esta iniciativa, colocar em prática esta lei para tornar ainda mais eficiente o cuidado com nossas crianças e adolescentes”, assegurou o prefeito Alei Fernandes durante o evento. “Este seminário veio para trazer o tema à discussão, no entanto, o que queremos é colocar em prática estas ações e com esta patrulha vamos evoluir muito na proteção a nossas crianças e adolescentes”, complementou a primeira-dama de Sorriso e secretária da Mulher e da Família, Mara Fernandes.

Uma das primeiras a “sonhar” com a Patrulha Henri Borel, a advogada Tatiane Ramalho, fundadora e presidente do Iman, comentou que a iniciativa no Estado começou em um evento da OAB, que foi ganhando força a partir do diálogo. “Nós vamos agora trabalhar a Patrulha Henri Borel vire lei, porque até então ela era só uma ideia”.

Outro responsável pela criação da Patrulha, o juiz Jamilson Haddad Campos comentou que “a Lei Henry Borel é um espelhamento da Lei Maria da Penha, com foco na proteção da criança e do adolescente, e quando da criação dela, tivemos apoio de 100% dos deputados, bem como do governador Mauro Mendes, que a sancionou”, relatou o magistrado, complementando que percebeu o prefeito Alei Fernandes muito sensibilizado com a proposta. “Por isso vamos, juntos, conduzir este projeto junto à Polícia Militar do Estado, que será especialmente capacitada e preparada para este trabalho, tanto por meio da Lei Henry Borel quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmou.

Lei Henry Borel – Torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos e estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A legislação foi espelhada na Lei Maria da Penha. O texto foi batizado de Lei Henry Borel em referência ao menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. Os dois estão presos, e aguardam pelo julgamento.

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