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Infraestrutura do Parque Tecnológico de Sorriso começa a sair do papel

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Prefeitura marca início da infraestrutura em reunião realizada nesta quinta-feira (13), com limpeza e abertura de ruas previstas para as próximas semanas

Na manhã desta quinta-feira (13), Sorriso deu um importante e decisivo em sua agenda de inovação e atração de investimentos. Foi definida oficialmente a abertura das obras de infraestrutura para o Parque Tecnológico Luiz Giroletti, em reunião que reuniu o prefeito Alei Fernandes, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo Paulo Cezar Lucion, a secretária adjunta de Desenvolvimento Econômico e Turismo Cristiane Santos e o secretário da Cidade Jan Assad Lahham. O projeto será palco do GAFFFF Sorriso (Global Agribusiness Festival), que acontecerá entre 27 e 30 de maio de 2026.

Localizado em área de aproximadamente 100 hectares, o parque está desenhado para abrigar laboratórios, campos experimentais, incubadoras de startups, além de uma malha de vias e serviços com foco em agronegócio, tecnologia e turismo.

Na reunião desta manhã, as equipes definiram que nas próximas semanas será iniciada a limpeza da área, a abertura das ruas internas e a preparação do terreno para a chegada da infraestrutura pesada. “Este é o momento de transformar o que era projeto em realidade, estamos iniciando de fato a infraestrutura que permitirá que ciência, tecnologia e agronegócio avancem juntos em Sorriso”, afirmou Paulo Lucion, secretário da SEMDET, reafirmando que o ecossistema será construído com a participação de universidades, empresas e sistema S para acelerar o desenvolvimento local e regional.

O prefeito Alei Fernandes ressaltou o caráter estratégico da iniciativa. “Estamos abrindo um novo capítulo em que nosso município deixa de depender apenas da produção e passa a liderar também em inovação, tecnologia, atração de investimentos e turismo de negócios”, declarou.

A previsão de execução, conforme o executivo municipal, prevê etapas iniciais de pavimentação, energia elétrica, drenagem e abertura de vias, todas com início nas próximas semanas.

O parque fica localizado nas proximidades do Anel Viário do município.

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Sorriso diz sim à Patrulha Henry Borel

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Com aval do Tribunal de Justiça e demais instituições, Município caminha para se tornar referência na proteção de crianças e adolescentes

Ser a primeira cidade a efetivamente disponibilizar a Patrulha Henry Borel. A carta de intenção para tornar realidade a Patrulha foi assinada nesta sexta-feira (13 de março), durante o Seminário Março Mulher – Vidas, Direitos e Proteção Integral. Em 3 de maio de 2023, a lei estadual 12.097 estabelece a criação da Patrulha Henry Borel no Estado de Mato Grosso.

A Patrulha tem o objetivo de assegurar o atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar no Estado, bem como garantir a efetividade da Lei Federal Nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel), que cria mecanismos para a prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.

A elaboração da minuta da Lei 12.097/23 foi idealizada pelo juiz Jamilson Haddad Campos, titular da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Foi justamente o mesmo magistrado, que fez a Sorriso o convite para implantar efetivamente a Patrulha.

O evento desta sexta-feira mobiliza representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman) e a Câmara Municipal de Vereadores de Sorriso no Centro de Eventos Ari José Riedi.

“Queremos dizer ‘sim’ a esta iniciativa, colocar em prática esta lei para tornar ainda mais eficiente o cuidado com nossas crianças e adolescentes”, assegurou o prefeito Alei Fernandes durante o evento. “Este seminário veio para trazer o tema à discussão, no entanto, o que queremos é colocar em prática estas ações e com esta patrulha vamos evoluir muito na proteção a nossas crianças e adolescentes”, complementou a primeira-dama de Sorriso e secretária da Mulher e da Família, Mara Fernandes.

Uma das primeiras a “sonhar” com a Patrulha Henri Borel, a advogada Tatiane Ramalho, fundadora e presidente do Iman, comentou que a iniciativa no Estado começou em um evento da OAB, que foi ganhando força a partir do diálogo. “Nós vamos agora trabalhar a Patrulha Henri Borel vire lei, porque até então ela era só uma ideia”.

Outro responsável pela criação da Patrulha, o juiz Jamilson Haddad Campos comentou que “a Lei Henry Borel é um espelhamento da Lei Maria da Penha, com foco na proteção da criança e do adolescente, e quando da criação dela, tivemos apoio de 100% dos deputados, bem como do governador Mauro Mendes, que a sancionou”, relatou o magistrado, complementando que percebeu o prefeito Alei Fernandes muito sensibilizado com a proposta. “Por isso vamos, juntos, conduzir este projeto junto à Polícia Militar do Estado, que será especialmente capacitada e preparada para este trabalho, tanto por meio da Lei Henry Borel quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmou.

Lei Henry Borel – Torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos e estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A legislação foi espelhada na Lei Maria da Penha. O texto foi batizado de Lei Henry Borel em referência ao menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. Os dois estão presos, e aguardam pelo julgamento.

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