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Coordenadores da Saúde participam de formação em Media Training

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Com o objetivo de fortalecer porta-vozes da Saúde para uma comunicação mais assertiva

A Prefeitura de Sorriso, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta quarta-feira (05) uma capacitação voltada aos coordenadores e chefes de departamento sobre Media Training – Mídia Institucional e Relação com a Imprensa. O encontro aconteceu na sala de formação da Secretaria e teve como objetivo aprimorar a comunicação institucional, fortalecendo o relacionamento dos servidores com os veículos de imprensa e preparando-os para atuarem como porta-vozes da instituição.

A turma, composta por 25 coordenadores e chefes de departamento, participou de uma formação dinâmica que está preparando os servidores para representar a Secretaria com clareza, segurança e alinhamento às diretrizes da comunicação pública.

Jéssica Limas, enfermeira e coordenadora do Serviço de Controle de Infecção da UPA 24 horas, destacou a relevância do curso, especialmente em um contexto de interação intensa via redes sociais e imprensa.

“Esse treinamento é fundamental para fortalecermos nossa comunicação com a imprensa e com a sociedade. As redes sociais se tornaram canais essenciais de informação, e o uso correto delas é indispensável para garantir clareza e transparência. A UPA é uma das unidades mais demandadas e, por isso, esse aperfeiçoamento é muito importante para que possamos comunicar com responsabilidade e segurança.”

Miro Ribeiro, coordenador da Escola de Gestão, responsável pela capacitação e formação do servidor público, possui mais de 40 anos de experiência na área da comunicação. Durante o treinamento, Miro detalhou o objetivo do Media Training e compartilhou, além do conteúdo técnico, experiências valiosas de quem já esteve dos “dois lados da história”.

“A comunicação assertiva é crucial para ajudar os profissionais a se comunicarem de forma correta. O nosso treinamento visa prepará-los para uma boa relação com a imprensa, para aproveitar da melhor maneira possível as oportunidades que surgem quando um agente público, quando um coordenador, um adjunto, um secretário, são procurados pela imprensa para falar sobre determinados assuntos.”

O conteúdo programático incluiu técnicas e dicas, abrangendo desde a postura, a preparação para entrevistas, o que e como falar em público, além de realizar na prática entrevistas de forma eficaz e profissional. Miro ressaltou que a proposta do treinamento é ampliar a participação de servidores, fortalecendo-os como pontes de comunicação entre a Prefeitura, as secretarias e a população.

“Coordenadores, na ausência dos secretários, muitas vezes se tornam intermediários das informações, tornando o aperfeiçoamento essencial para o dia a dia e para lidar com situações de crise ou demandas da imprensa”, reiterou.

A iniciativa da Prefeitura Municipal, é uma realização conjunta entre a Secretaria Municipal de Saúde, através da Comissão de Integração de Ensino e Serviço (CIES), e a Escola de Governo.

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Sorriso diz sim à Patrulha Henry Borel

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Com aval do Tribunal de Justiça e demais instituições, Município caminha para se tornar referência na proteção de crianças e adolescentes

Ser a primeira cidade a efetivamente disponibilizar a Patrulha Henry Borel. A carta de intenção para tornar realidade a Patrulha foi assinada nesta sexta-feira (13 de março), durante o Seminário Março Mulher – Vidas, Direitos e Proteção Integral. Em 3 de maio de 2023, a lei estadual 12.097 estabelece a criação da Patrulha Henry Borel no Estado de Mato Grosso.

A Patrulha tem o objetivo de assegurar o atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar no Estado, bem como garantir a efetividade da Lei Federal Nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel), que cria mecanismos para a prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.

A elaboração da minuta da Lei 12.097/23 foi idealizada pelo juiz Jamilson Haddad Campos, titular da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Foi justamente o mesmo magistrado, que fez a Sorriso o convite para implantar efetivamente a Patrulha.

O evento desta sexta-feira mobiliza representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman) e a Câmara Municipal de Vereadores de Sorriso no Centro de Eventos Ari José Riedi.

“Queremos dizer ‘sim’ a esta iniciativa, colocar em prática esta lei para tornar ainda mais eficiente o cuidado com nossas crianças e adolescentes”, assegurou o prefeito Alei Fernandes durante o evento. “Este seminário veio para trazer o tema à discussão, no entanto, o que queremos é colocar em prática estas ações e com esta patrulha vamos evoluir muito na proteção a nossas crianças e adolescentes”, complementou a primeira-dama de Sorriso e secretária da Mulher e da Família, Mara Fernandes.

Uma das primeiras a “sonhar” com a Patrulha Henri Borel, a advogada Tatiane Ramalho, fundadora e presidente do Iman, comentou que a iniciativa no Estado começou em um evento da OAB, que foi ganhando força a partir do diálogo. “Nós vamos agora trabalhar a Patrulha Henri Borel vire lei, porque até então ela era só uma ideia”.

Outro responsável pela criação da Patrulha, o juiz Jamilson Haddad Campos comentou que “a Lei Henry Borel é um espelhamento da Lei Maria da Penha, com foco na proteção da criança e do adolescente, e quando da criação dela, tivemos apoio de 100% dos deputados, bem como do governador Mauro Mendes, que a sancionou”, relatou o magistrado, complementando que percebeu o prefeito Alei Fernandes muito sensibilizado com a proposta. “Por isso vamos, juntos, conduzir este projeto junto à Polícia Militar do Estado, que será especialmente capacitada e preparada para este trabalho, tanto por meio da Lei Henry Borel quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmou.

Lei Henry Borel – Torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos e estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A legislação foi espelhada na Lei Maria da Penha. O texto foi batizado de Lei Henry Borel em referência ao menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. Os dois estão presos, e aguardam pelo julgamento.

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