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Campanha de Multivacinação chega ao fim e ultrapassa 23 mil atendimentos

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Mobilização garantiu atualização da caderneta e reforçou a importância da prevenção.

A Campanha de Multivacinação 2025 em Sorriso foi marcada por grande mobilização, acolhimento e participação da comunidade. Realizada pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, e com o apoio do Rota Club Sorriso e do Diamond Park, a ação movimentou intensamente as unidades de saúde e levou informação e proteção a milhares de famílias.

Ao todo, 23.410 pessoas passaram pelas salas de vacina entre 1º de outubro e 24 de novembro. Só em outubro foram 9.225 atendimentos, e novembro registrou um aumento expressivo, com 14.185 pessoas procurando atualização da caderneta. A campanha alcançou ainda 20.903 doses aplicadas no período — 10.531 em outubro e 10.372 em novembro — reforçando o compromisso da população com a prevenção.

Um dos pontos que mais aproximou o público da campanha foi o horário estendido, criado especialmente para quem não consegue ir às unidades durante o expediente normal. A ação foi bem recebida: 397 pessoas aproveitaram esse atendimento ampliado para colocar o cartão de vacina em dia.

Outro destaque foi o sorteio das 29 bicicletas, realizado no sábado, dia 29, como forma de incentivar a participação e reconhecer o esforço das famílias em manter a imunização atualizada. A lista dos ganhadores será divulgada nos próximos dias, assim que a equipe finalizar a conferência das cadernetas, garantindo transparência e segurança no processo.

A coordenadora da Central de Imunização, Kátia Dal Prá, celebrou o engajamento da campanha e disse que o balanço positivo reflete o esforço diário das equipes e a sensibilidade do trabalho em campo.

“A campanha trouxe grandes resultados porque contou com a confiança das famílias e o esforço das nossas equipes. Ver pais, crianças e idosos buscando a vacinação com responsabilidade e esperança mostra o quanto esse trabalho faz diferença no dia a dia da comunidade”, destacou.

Mesmo com o encerramento oficial da campanha, a Secretaria Municipal de Saúde reforça que as salas de vacina seguem atendendo normalmente, com todas as doses disponíveis. E faz um alerta importante.

“Nos próximos dias começam um novo ano letivo e crianças que vão ingressar no Sistema Municipal de Ensino, previsão estar com o cartão de vacina atualizado. É essencial que os pais procurem as unidades e retirem a declaração dantes das matrículas. Manter a vacinação em dia não é apenas um documento necessário para a escola; é um gesto de cuidado com as crianças, com as famílias e com toda a comunidade”, ressaltou o secretário municipal de Saúde, Vanio Jordani.

Dal Prá lembra ainda que a vacinação segue diariamente nas unidades e que a porta está sempre aberta para quem precisa atualizar a caderneta. “Vacinar é um gesto simples, mas capaz de transformar vidas. Seguimos aqui para acolher, orientar e proteger cada sorriso”, finaliza.

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Sorriso diz sim à Patrulha Henry Borel

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Com aval do Tribunal de Justiça e demais instituições, Município caminha para se tornar referência na proteção de crianças e adolescentes

Ser a primeira cidade a efetivamente disponibilizar a Patrulha Henry Borel. A carta de intenção para tornar realidade a Patrulha foi assinada nesta sexta-feira (13 de março), durante o Seminário Março Mulher – Vidas, Direitos e Proteção Integral. Em 3 de maio de 2023, a lei estadual 12.097 estabelece a criação da Patrulha Henry Borel no Estado de Mato Grosso.

A Patrulha tem o objetivo de assegurar o atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar no Estado, bem como garantir a efetividade da Lei Federal Nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel), que cria mecanismos para a prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes.

A elaboração da minuta da Lei 12.097/23 foi idealizada pelo juiz Jamilson Haddad Campos, titular da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Foi justamente o mesmo magistrado, que fez a Sorriso o convite para implantar efetivamente a Patrulha.

O evento desta sexta-feira mobiliza representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman) e a Câmara Municipal de Vereadores de Sorriso no Centro de Eventos Ari José Riedi.

“Queremos dizer ‘sim’ a esta iniciativa, colocar em prática esta lei para tornar ainda mais eficiente o cuidado com nossas crianças e adolescentes”, assegurou o prefeito Alei Fernandes durante o evento. “Este seminário veio para trazer o tema à discussão, no entanto, o que queremos é colocar em prática estas ações e com esta patrulha vamos evoluir muito na proteção a nossas crianças e adolescentes”, complementou a primeira-dama de Sorriso e secretária da Mulher e da Família, Mara Fernandes.

Uma das primeiras a “sonhar” com a Patrulha Henri Borel, a advogada Tatiane Ramalho, fundadora e presidente do Iman, comentou que a iniciativa no Estado começou em um evento da OAB, que foi ganhando força a partir do diálogo. “Nós vamos agora trabalhar a Patrulha Henri Borel vire lei, porque até então ela era só uma ideia”.

Outro responsável pela criação da Patrulha, o juiz Jamilson Haddad Campos comentou que “a Lei Henry Borel é um espelhamento da Lei Maria da Penha, com foco na proteção da criança e do adolescente, e quando da criação dela, tivemos apoio de 100% dos deputados, bem como do governador Mauro Mendes, que a sancionou”, relatou o magistrado, complementando que percebeu o prefeito Alei Fernandes muito sensibilizado com a proposta. “Por isso vamos, juntos, conduzir este projeto junto à Polícia Militar do Estado, que será especialmente capacitada e preparada para este trabalho, tanto por meio da Lei Henry Borel quanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirmou.

Lei Henry Borel – Torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos e estabelece medidas protetivas específicas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar. A legislação foi espelhada na Lei Maria da Penha. O texto foi batizado de Lei Henry Borel em referência ao menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia interna após espancamentos no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. Os dois estão presos, e aguardam pelo julgamento.

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