Cuiabá
Saúde de Cuiabá chama médicos aprovados em seletivo para reforçar atendimento nas unidades básicas
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), oficializou a convocação de 20 médicos clínicos gerais aprovados no Processo Seletivo Simplificado nº 001/2026. O chamamento foi publicado na Gazeta Municipal desta quarta-feira (25), em edição suplementar.
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Os profissionais irão atuar na Atenção Primária à Saúde (APS), considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Do total convocado, 18 são da ampla concorrência e 2 são candidatos PcD.
A entrega da documentação obrigatória deve ser realizada a partir do dia 27 de março de 2026, por meio do Protocolo Virtual (SIGED) da Secretaria Municipal de Saúde ou presencialmente na Diretoria de Gestão de Pessoas.
Para efetivar a contratação temporária, os convocados devem apresentar documentos como:
– Documento oficial com foto e CPF;
– Título de eleitor;
– PIS/PASEP;
– Registro profissional no Conselho Regional de Medicina (CRM-MT) e certidão de regularidade;
– Comprovante de residência atualizado;
– Certidões negativas cíveis e criminais (estadual e federal);
– Certidão de quitação eleitoral;
– Diploma de graduação em Medicina com histórico escolar;
– Declarações exigidas para investidura em cargo público.
Também é exigido o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), acompanhado de exames clínicos e laboratoriais, como eletrocardiograma, hemograma, avaliação psicológica e psiquiátrica, além da comprovação de vacinação atualizada.
Os candidatos terão o prazo de 15 dias, contados a partir de 27 de março, para envio ou entrega completa da documentação. Quem não cumprir o prazo será automaticamente eliminado, permitindo a convocação dos próximos classificados.
Após a validação dos documentos, os médicos deverão iniciar as atividades no prazo máximo de 48 horas na unidade designada. O não comparecimento dentro desse período também resultará em desclassificação.
A gestão municipal destaca que a medida fortalece o atendimento nas unidades básicas de saúde, ampliando o acesso da população aos serviços médicos e contribuindo para a melhoria da assistência na rede pública.
Cidades
LBI: um marco para a cidadania e a dignidade
No dia 6 de julho celebramos a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um marco na garantia dos direitos das pessoas com deficiência. Mais do que uma legislação, a LBI representa uma mudança de olhar, reafirmando que a deficiência não pode ser tratada como limitação para o exercício da cidadania, mas como um compromisso coletivo de eliminar barreiras e construir oportunidades.
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É justamente essa compreensão que orienta a minha atuação na Câmara Municipal de Cuiabá. A inclusão não acontece apenas quando reconhecemos direitos no papel. Ela se concretiza quando transformamos esses direitos em políticas públicas, em informação acessível, em atendimento humanizado e em respeito à diversidade humana.
Foi com esse propósito que apresentei leis voltadas para fortalecer a autonomia e a dignidade das pessoas com deficiência e de suas famílias. A publicização da jornada do autista, por exemplo, garante que a população saiba onde buscar diagnóstico, terapias e medicamentos na rede municipal. Informação também é acessibilidade. Também aprovamos a criação da Semana Municipal de Conscientização e Responsabilidade Parental de Crianças e Adolescentes com Deficiência, reforçando que o cuidado, a inclusão e o desenvolvimento dessas crianças exigem uma rede de apoio fortalecida e uma sociedade mais consciente.
Outro avanço importante foi assegurar às mulheres surdas o direito de contar com intérprete de Libras durante todo o processo de pré-parto, parto e pós-parto imediato. Humanizar o atendimento também significa garantir comunicação, autonomia e segurança em um dos momentos mais importantes da vida. Da mesma forma, a proposta de incluir o símbolo do Cordão de Girassol e outras identificações de deficiências ocultas nas sinalizações de prioridade amplia o reconhecimento de pessoas cujas necessidades nem sempre são visíveis, mas que merecem o mesmo respeito e acolhimento.
A LBI nos ensina que inclusão não é favor, nem privilégio. É um direito. E direitos só existem plenamente quando são conhecidos, respeitados e efetivamente garantidos. Ainda temos muitos desafios pela frente, desde a oferta de serviços públicos até a eliminação de preconceitos que continuam limitando vidas. Mas cada avanço demonstra que é possível construir uma cidade mais justa quando escolhemos ouvir quem historicamente foi invisibilizado.
Celebrar a Lei Brasileira de Inclusão é reconhecer as conquistas alcançadas, mas, acima de tudo, lembrar que uma sociedade verdadeiramente inclusiva é construída todos os dias, por meio de decisões, atitudes e políticas públicas que coloquem a dignidade humana acima de qualquer barreira.
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