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Cata-treco

Cata-treco atende 14 bairros de Cuiabá nesta semana com recolhimento de móveis e materiais inservíveis

Publicado em

Cuiabá

A Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) dá continuidade, nesta semana, à operação Cata-treco, que atenderá 14 bairros da capital com o serviço gratuito de recolhimento de móveis e materiais inservíveis, entre os dias 22 e 27 de junho.

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A iniciativa tem como objetivo facilitar o descarte correto de itens que não são recolhidos pela coleta convencional, contribuindo para a limpeza urbana, a eliminação de pontos de descarte irregular e a prevenção de doenças como a dengue.

O serviço recolhe objetos como sofás, camas, colchões, armários, mesas, cadeiras, geladeiras e outros utensílios domésticos sem utilidade. Para garantir o atendimento, os moradores devem colocar os materiais em frente às residências até as 7h do dia programado, de forma organizada e em local de fácil acesso para as equipes.

Diariamente, cerca de 20 trabalhadores participam da operação. Os trabalhos começam às 7h e seguem até a conclusão do atendimento em cada bairro.

A Limpurb reforça que não são recolhidos restos de poda de árvores, entulho da construção civil, pneus, pilhas, baterias, vidros, latas de tinta e madeiras. Esses materiais devem ser destinados aos ecopontos ou a locais apropriados para descarte.

Confira o cronograma da semana:

Segunda-feira (22/06)

• CPA I e II
• Jardim Araçá

Terça-feira (23/06)

• São Carlos
• Jardim Imperial I e II
• Novo Milênio
• Sol Nascente

Quarta-feira (24/06)

• Pascoal Ramos
• Duque de Caxias I e II

Quinta-feira (25/06)

• Boa Esperança

Sexta-feira (26/06)

• Morada do Ouro I, II e III
• Tancredo Neves
• Centro América

Sábado (27/06)

• Distrito Sucuri
• Residencial Sucuri
• Sempre Verde

A Prefeitura de Cuiabá orienta a população a acompanhar semanalmente o cronograma do programa Cata-treco pelos canais oficiais do município e a colaborar com o descarte correto dos resíduos, contribuindo para uma cidade mais limpa, organizada e saudável.

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Cidades

LBI: um marco para a cidadania e a dignidade

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No dia 6 de julho celebramos a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um marco na garantia dos direitos das pessoas com deficiência. Mais do que uma legislação, a LBI representa uma mudança de olhar, reafirmando que a deficiência não pode ser tratada como limitação para o exercício da cidadania, mas como um compromisso coletivo de eliminar barreiras e construir oportunidades.

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É justamente essa compreensão que orienta a minha atuação na Câmara Municipal de Cuiabá. A inclusão não acontece apenas quando reconhecemos direitos no papel. Ela se concretiza quando transformamos esses direitos em políticas públicas, em informação acessível, em atendimento humanizado e em respeito à diversidade humana.

Foi com esse propósito que apresentei leis voltadas para fortalecer a autonomia e a dignidade das pessoas com deficiência e de suas famílias. A publicização da jornada do autista, por exemplo, garante que a população saiba onde buscar diagnóstico, terapias e medicamentos na rede municipal. Informação também é acessibilidade. Também aprovamos a criação da Semana Municipal de Conscientização e Responsabilidade Parental de Crianças e Adolescentes com Deficiência, reforçando que o cuidado, a inclusão e o desenvolvimento dessas crianças exigem uma rede de apoio fortalecida e uma sociedade mais consciente.

Outro avanço importante foi assegurar às mulheres surdas o direito de contar com intérprete de Libras durante todo o processo de pré-parto, parto e pós-parto imediato. Humanizar o atendimento também significa garantir comunicação, autonomia e segurança em um dos momentos mais importantes da vida. Da mesma forma, a proposta de incluir o símbolo do Cordão de Girassol e outras identificações de deficiências ocultas nas sinalizações de prioridade amplia o reconhecimento de pessoas cujas necessidades nem sempre são visíveis, mas que merecem o mesmo respeito e acolhimento.

A LBI nos ensina que inclusão não é favor, nem privilégio. É um direito. E direitos só existem plenamente quando são conhecidos, respeitados e efetivamente garantidos. Ainda temos muitos desafios pela frente, desde a oferta de serviços públicos até a eliminação de preconceitos que continuam limitando vidas. Mas cada avanço demonstra que é possível construir uma cidade mais justa quando escolhemos ouvir quem historicamente foi invisibilizado.

Celebrar a Lei Brasileira de Inclusão é reconhecer as conquistas alcançadas, mas, acima de tudo, lembrar que uma sociedade verdadeiramente inclusiva é construída todos os dias, por meio de decisões, atitudes e políticas públicas que coloquem a dignidade humana acima de qualquer barreira.

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