Várzea Grande
Sine/VG oferta 193 oportunidades de emprego nesta última semana de fevereiro
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As oportunidades contemplam diversos níveis de escolaridade e áreas de atuação, ampliando as chances para quem busca inserção ou recolocação no mercado de trabalho
O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Várzea Grande está ofertando, nesta última semana de fevereiro, 193 vagas de trabalho distribuídas em 36 ocupações diferentes. As oportunidades contemplam diversos níveis de escolaridade e áreas de atuação, ampliando as chances para quem busca inserção ou recolocação no mercado de trabalho.
Do total de vagas, quatro são exclusivas para pessoas com deficiência (PCDs) e exigem ensino médio completo. Os salários variam entre R$ 1,6 mil e R$ 2,5 mil, além de incentivos. As funções destinadas a esse público são: Auxiliar de Estoque (01), Oficial de Manutenção (01), Operador de Telemarketing Ativo e Receptivo (01) e Vigia (01).
Entre as demais oportunidades ofertadas estão: Ajudante de Carga e Descarga (05), Ajudante de Obras (20), Armador de Ferragens na Construção Civil (01), Assistente de Compras (02), Atendente de Cafeteria (01), Atendente de Lojas (07), Auxiliar de Armazenamento (03), Auxiliar de Estoque (03), Auxiliar de Limpeza (02), Auxiliar de Linha de Produção (36), Auxiliar de Pessoal (02), Auxiliar Técnico de Controle de Qualidade (01), Auxiliar Geral e Conservação de Vias Públicas (01), Balanceiro (15), Conferente de Carga e Descarga (01), Eletricista (15), Encarregado de Seção de Controle de Produção (03), Forneiro de Padaria (02), Jardineiro (15), Lubrificador de Automóveis (05), Manobrista (01), Mecânico de Manutenção de Máquina Industrial (01), Oficial de Manutenção (05), Operador de Empilhadeira (02), Operador de Empilhadeira Elétrica (01), Operador de Telemarketing Ativo e Receptivo (01), Operador de Vendas (Lojas) (20), Pedreiro (02), Promotor de Vendas (06), Serralheiro (03), Servente de Obras (05), Soldador (01), Técnico de Edificações (02), Técnico em Eletromecânica (01), Vendedor Interno (01) e Vigia (01).
O Sine de Várzea Grande é vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo e conta com dois pontos de atendimento presencial no Município, ampliando o acesso da população aos serviços de intermediação de mão de obra. As unidades funcionam no bairro Cristo Rei, dentro do Ganha Tempo, e no segundo andar do Várzea Grande Shopping, no Centro de Cidadania.
Além do atendimento presencial, os interessados podem consultar as vagas de forma online. As oportunidades são atualizadas regularmente no site oficial da Prefeitura de Várzea Grande (www.varzeagrande.mt.gov.br), por meio do ícone “Trabalha VG”.
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Sem provas, juiz nega condenar Walace em ação de R$ 16 mi
O juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas, julgou improcedente o pedido do Ministério Público para condenar o ex-deputado estadual, Walace Guimarães, acusado de receber R$ 16.513.113,56 milhões em “mensalinho”.
O magistrado concluiu que o MP não apresentou provas suficientes de que Walace tenha, de fato, participado do suposto esquema de propina na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
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A sentença foi publicada na terça-feira (17).
Na ação, o MP sustentou que o esquema teria sido abastecido a partir de recursos desviados por meio de contratos simulados firmados pela ALMT, envolvendo empresas de diversos setores. O chamado “mensalinho” era pago aos deputados estaduais para que apoiassem os projetos do governo estadual.
Com relação a Walace, o Ministério Público apontou que ele recebeu R$ 3,4 milhões (hoje atualizados em R$ 16,5 milhões), entre fevereiro de 2007 e 2011.
Ao analisar o conjunto de provas, o juiz afirmou, contudo, que o Parquet não conseguiu comprovar que Walace recebeu vantagens indevidas.
De acordo com o magistrado, as provas dos autos foram produzidas de forma unilateral, como as declarações prestadas nas delações premiadas do ex-governador Silval Barbosa e do ex-presidente da Assembleia, José Geraldo Riva.
O MP chegou a apresentar uma planilha elaborada por Riva, na qual listou os deputados que teriam aderido ao esquema, bem como as notas promissórias assinadas por Walace para a aquisição dos materiais adquiridos através dos contratos suspeitos. No entanto, os elementos não foram corroborados por outras provas, não tiveram força para justificar a condenação do ex-deputado, segundo o juiz.
“Nesse contexto, a prova indiciária apresentada pelo Ministério Público, restrita a atestados de recebimento de materiais supostamente destinados ao gabinete do requerido, não se revela suficientemente robusta para demonstrar, de forma segura e indene de dúvida razoável, que o réu tenha percebido vantagem indevida durante todo o extenso lapso temporal indicado”, observou o magistrado.
Ainda sobre os atestados de recebimento, o juiz afirmou que mesmo havendo indícios de superfaturamento – diante da quantidade considerável de materiais gráficos adquiridos para o gabinete de Walace – tal prática era um ato administrativo comum à época dos fatos, descartando qualquer hipótese de danos ao erário.
“Com efeito, o simples recebimento de materiais, sem comprovação de superfaturamento ou não entrega, não configura ato de improbidade. E, no caso em apreço, o Ministério Público não apresentou elementos que demonstrem desvios específicos ligados ao réu”, frisou.
A sentença ainda destacou que nem mesmo a condenação criminal oriunda da Operação Imperador, que apurou possíveis desvios na ALMT, pode atestar a participação do ex-deputado nas irregularidades, uma vez que Walace não foi mencionado nas fraudes reconhecidas naquele processo.
Diante da ausência de provas robustas, o juiz negou condenar o ex-deputado.