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DE SAÍDA

Secretário de Comunicação da Câmara de Cuiabá, Ever Jota deixa o cargo

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Cidades

O jornalista Ever Jota não é mais secretário de Comunicação da Câmara Municipal de Cuiabá. A saída foi anunciada pelo próprio comunicador na madrugada desta sexta-feira (10), por meio de uma publicação nas redes sociais, encerrando um ciclo de aproximadamente um ano à frente da pasta.

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Na mensagem, Ever agradeceu pela oportunidade de conduzir a comunicação institucional do Legislativo cuiabano e destacou o trabalho desenvolvido ao longo da gestão.

“Hoje encerro mais uma missão à frente da Secretaria de Comunicação da Câmara de Cuiabá. É sempre uma honra contribuir com a comunicação pública”, escreveu.

Durante a publicação, o jornalista também fez agradecimentos à equipe da Secretaria de Comunicação, aos servidores da Casa e aos parlamentares.

“Agradeço, em especial, à equipe da Secom pela dedicação e por tudo o que construímos juntos. Meu agradecimento aos servidores do Legislativo, à presidente Paula Calil, à Mesa Diretora, às vereadoras, aos vereadores e aos colegas da imprensa.”

Próximo da vereadora Katiuscia Mantelli, Ever Jota assumiu o comando da Secretaria de Comunicação em substituição à jornalista Nathany Gomes, que ocupava o cargo interinamente após a saída de Luiz Gonzaga Neto, primeiro secretário de Comunicação da atual Mesa Diretora.

Até o momento, Ever Jota não informou qual será seu próximo projeto profissional nem quem assumirá o comando da Secretaria de Comunicação da Câmara de Cuiabá.

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Cuiabá

Câmara oficializa CPI para investigar suspeita de superfaturamento de até R$ 80 milhões na Educação de Cuiabá

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A Câmara Municipal de Cuiabá oficializou nesta quarta-feira (21) a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades na compra de livros e materiais didáticos pela Secretaria Municipal de Educação. As suspeitas envolvem um possível prejuízo de até R$ 80 milhões aos cofres públicos — valor que ainda não foi comprovado.

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A CPI terá prazo de 120 dias e será presidida pelo vereador Demilson Nogueira (PP), tendo Marcus Brito Júnior (PV) como vice-presidente e Tenente-Coronel Dias (Cidadania) como membro titular.

Entre os pontos que deverão ser investigados está a aquisição de livros de informática destinados a escolas que, segundo informações divulgadas pela Câmara, não possuíam laboratórios em funcionamento nem ofereciam a disciplina.

O caso também é alvo de apuração do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e de análise pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).

O ex-secretário municipal de Educação Amauri Monge já negou irregularidades e contestou as acusações. A CPI também terá como suplentes Wilson Kero Kero (PMB), Marcrean Santos e Cezinha Nascimento (União Brasil). Ainda não foi divulgado o calendário de reuniões e depoimentos da comissão.

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