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PREJUÍZO NA CHAPA

Coronel Vania fora da disputa: MDB perde nome importante na Chapada

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Cidades

A vice-prefeita de Cuiabá, Coronel Vania Garcia Rosa (MDB), desistiu de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nas eleições de 2026.

O pedido de renúncia da candidatura foi protocolado na última sexta-feira (14), por meio da advogada Sara de Andrade, e encaminhado à Justiça Eleitoral. Nesta segunda-feira (17), o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) intimou o diretório estadual do MDB para tomar ciência da decisão.

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Coronel Vania havia sido registrada pelo MDB como candidata a deputada estadual, utilizando o nome de urna “CORONEL VANIA” e o número 15190.

No pedido apresentado ao Tribunal, a defesa afirma que a decisão foi tomada de forma “pessoal, livre e expressa”. O documento, porém, não informa os motivos que levaram a vice-prefeita a retirar sua candidatura.

A defesa solicitou ao TRE-MT a homologação da renúncia, a atualização da situação da candidata no Sistema de Candidaturas da Justiça Eleitoral e o encerramento do processamento do registro.

Também foi requerida a comunicação oficial ao diretório estadual do MDB, para que a legenda adote as providências necessárias após a desistência.

O processo de registro de candidatura de Coronel Vania está sob relatoria do juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra.

A decisão representa uma mudança no cenário eleitoral do MDB para a disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa em 2026.

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Cuiabá

Câmara oficializa CPI para investigar suspeita de superfaturamento de até R$ 80 milhões na Educação de Cuiabá

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A Câmara Municipal de Cuiabá oficializou nesta quarta-feira (21) a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades na compra de livros e materiais didáticos pela Secretaria Municipal de Educação. As suspeitas envolvem um possível prejuízo de até R$ 80 milhões aos cofres públicos — valor que ainda não foi comprovado.

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A CPI terá prazo de 120 dias e será presidida pelo vereador Demilson Nogueira (PP), tendo Marcus Brito Júnior (PV) como vice-presidente e Tenente-Coronel Dias (Cidadania) como membro titular.

Entre os pontos que deverão ser investigados está a aquisição de livros de informática destinados a escolas que, segundo informações divulgadas pela Câmara, não possuíam laboratórios em funcionamento nem ofereciam a disciplina.

O caso também é alvo de apuração do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e de análise pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).

O ex-secretário municipal de Educação Amauri Monge já negou irregularidades e contestou as acusações. A CPI também terá como suplentes Wilson Kero Kero (PMB), Marcrean Santos e Cezinha Nascimento (União Brasil). Ainda não foi divulgado o calendário de reuniões e depoimentos da comissão.

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