CONVÊNIO
Governo publica licitação para retomada das obras no campus de Várzea Grande da UFMT
Cidades
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) publicou o edital de licitação para a retomada das obras no Campus Universitário de Várzea Grande da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
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Será contratada uma empresa para elaborar os projetos básicos e executivos do empreendimento e para depois executar as obras. O contrato prevê os serviços de reconstrução, reforma e adequação das estruturas já existentes, assim como a implantação da infraestrutura complementar, essencial para o funcionamento da unidade.
A Concorrência Pública será realizada no dia 22 de setembro de 2026. O valor estimado da obra é de R$ 18 milhões. A obra é fruto de um convênio assinado entre a Sinfra-MT e a UFMT.
O campus de Várzea Grande está localizado na região do Chapéu do Sol. O empreendimento foi concebido como parte da política de expansão da rede federal de Ensino Superior.
No local também foram projetados o campus do Instituto Federal de Mato Grosso, da Unemat e da Fapemat, além do Parque Tecnológico, criando um polo de pesquisa e ensino. A retomada e conclusão das obras vai proporcionar uma funcionalidade para todo o entorno.
As obras, que não foram iniciadas pelo Governo de Mato Grosso, acabaram paralisadas. Após anos de interrupção, as edificações existentes encontram-se em estado de deterioração e desatualização técnica. Somente parte dos quatro blocos e do restaurante foi executada.
Por isso, é necessário fazer uma revisão, atualização e complentação dos projetos, além de reforço estrutural, hidráulico e elétrico. Também é necessário adequar o espaço às normas vigentes de acessibilidade, segurança e sustentabilidade.
Todas as informações e documentos relacionados à licitação estão disponíveis no site da Sinfra-MT.
Cuiabá
Câmara oficializa CPI para investigar suspeita de superfaturamento de até R$ 80 milhões na Educação de Cuiabá
A Câmara Municipal de Cuiabá oficializou nesta quarta-feira (21) a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades na compra de livros e materiais didáticos pela Secretaria Municipal de Educação. As suspeitas envolvem um possível prejuízo de até R$ 80 milhões aos cofres públicos — valor que ainda não foi comprovado.
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A CPI terá prazo de 120 dias e será presidida pelo vereador Demilson Nogueira (PP), tendo Marcus Brito Júnior (PV) como vice-presidente e Tenente-Coronel Dias (Cidadania) como membro titular.
Entre os pontos que deverão ser investigados está a aquisição de livros de informática destinados a escolas que, segundo informações divulgadas pela Câmara, não possuíam laboratórios em funcionamento nem ofereciam a disciplina.
O caso também é alvo de apuração do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e de análise pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).
O ex-secretário municipal de Educação Amauri Monge já negou irregularidades e contestou as acusações. A CPI também terá como suplentes Wilson Kero Kero (PMB), Marcrean Santos e Cezinha Nascimento (União Brasil). Ainda não foi divulgado o calendário de reuniões e depoimentos da comissão.